Redação Bazaar
Talvez tenham sido os bizantinos… talvez não. Fato é que, no século 14, as joias em estilo cloisonné (nome francês para a técnica de mistura de pedras preciosas, esmalte e ouro em desenhos delicados) já eram sucesso na China. No corre-corre das trocas culturais e a globalização, a moda não demorou para pegar no mundo e, ainda hoje, é sinônimo de desejo. Tanto, aliás, que inspirou Ana Damous a criar sua própria marca de alta-joalheria – batizada A.Damous – e, em colaboração com a joalheria Chris Bove, lançar sua primeira coleção: Cloisonné.
A marca é um lançamento, mas as peças brincam com tempos passados. Garimpadas em antiquários no Japão, Itália e Brasil (com atenção particular às antigas, da década de 1930), ganham um twist contemporâneo ao serem montadas sobre madeiras tradicionais brasileiras, como o Ipê, Moreira, Guaribu, Roxinho e Muirapiranga. Entre as pedras que compõem os visuais das joias, turmalinas, lápis-lazúli e diamantes dão o ar da graça (e do vintage) para o estilo Art Déco dos lançamentos.

